sexta-feira, 11 de abril de 2008

Fatal Frame 3 - The Tormented


Gênero: Survival Horror
Distribuidora: Tecmo/Project Zero
Número de jogadores: 1
Online: Não

Gráfico: 7
Jogabilidade: 5
Som: 9
Diversão: 8
Enredo: 7
Atuação: 9
Média Geral: 7,5

Gráfico: A mansão é visualmente bem assustadora – parecida até com a real, devo dizer – com seus toques de pouca iluminação, ajudando, assim, em seu suspense.

Jogabilidade: Propositalmente ou não, os personagens parecem lesmas se comparando aos fantasmas que eles enfrentam. Principalmente em ambientes fechados.

Som: Aqui está o ponto forte do game: sons de passos que nem sempre são os seus, gritos, uma canção vinda das paredes, madeira rangendo, mais gritos, o som do vento, até o silêncio é um dos fatores dignos de destaque.

Diversão: Em certos momentos, o jogador poderá arremessar seu controle à parede de tão frustrantes que são certos quebra-cabeças do jogo. Mas isso é o esperado em jogos nesse estilo. Nada que atrapalhe.

Enredo: Uma história que daria um ótimo filme. Cheia de mistérios e pequenas histórias que se ligam aos poucos à história central.

Atuação: Boa parte da nota foi para os fantasmas. Suas falas são agoniantes.

Que medo...

Fatal Frame 3, um jogo de Survival Horror produzido pela Tecmo, empresa que antes era conhecida por criar jogos como, por exemplo, “Dead or Alive”.
Não pense que o jogo trata-se de matar demônios como em Silent Hill ou zumbis em Resident Evil porque aqui a atmosfera é outra: fantasmas. A única arma dos personagens é uma câmera fotográfica antiga, chamada “Câmera Obscura”, na qual contará com upgrades de lentes, funções e filmes.
O jogo centraliza-se em três personagens jogáveis: Rei Kurosawa, Miku Hinasaki e Kei Amakura. Todos têm ligações diretas com a mansão. Kurosawa, protagonista principal, é uma fotógrafa freelancer que envolve-se em um acidente de carro com seu noivo, onde apenas ela sobrevive. Após o ocorrido, durante uma sessão de fotos na mansão Himuro com sua amiga Miku - que é protagonista de “Fatal Frame 1” -, vê seu falecido noivo olhando-a de um canto do local. Na mesma noite, Rei começa a ter pesadelos que parecem reais, e ao acordar uma tatuagem cresce em seu corpo. Ao longo da investigação, Kei Amakura, tio das gêmeas de “Fatal Frame 2”, aparece por meio de cartas, sem saber que seu amigo Yuu havia morrido no acidente.
Apague as luzes, tranque tudo que tenha porta, tranque as janelas, expulse o cachorro da sala, aumente o volume, e entregue-se no fantasmagórico mundo de Fatal Frame 3.

Agradecimentos Especiais: Camila.


sábado, 5 de abril de 2008

Resident Evil 4

Gênero: Ação/Terror
Distribuidora:
Capcom
Número de jogadores: 1
Online: Não

Gráfico: 7
Jogabilidade: 8
Som: 6
Diversão: 7
Enredo: 5
Atuação: 4
Média Geral: 6,7

Gráfico: Sinceramente, um dos melhores que já vi em um Playstation 2. Mas coisas como armas que atravessam paredes chamam muito a atenção.

Jogabilidade: Ótima, rápida, boa calibragem na mira, variações na velocidade dos personagens controláveis.

Som: Na maioria das vezes uma tentativa de assustar.

Diversão: Mais diverte que irrita. Porém onde está a tensão em meio a um tiroteio desenfreado?

Enredo: Desenrola-se de qualquer jeito.

Atuação: Algo completamente normal.

"Voy hacer picadinhos!"

A Capcom aposta tudo na plataforma da Sony com o retorno de Leon Scott Kennedy, agora um agente do governo enviado a uma vila na Europa com o objetivo de resgatar a Ashley, a filha do presidente. A missão torna-se cada vez mais complicada, principalmente quando Leon é atacado por todos os moradores da vila, sem um motivo aparente.

Resident Evil 4 é um jogo que dividiu os fãs da série: uma parte acha que deveria ser como nas versões anteriores, com um envolvimento direto na história geral, e com os famigerados zumbis, enquanto outra parte acha que foi um passo à frente da Capcom, demonstrando todo o seu potencial com um jogo que contém uma legião de fãs, com ou sem zumbis.

“Se não são zumbis, o que são?” Costumo escutar muito essa pergunta de meus amigos. A resposta é simples: são “Ganados”, moradores da vila que envolveram-se durante umas escavações a mando da família Salazar com um parasita chamado de “La Plaga”, com isso, tornaram-se insanos que só obedecem às ordens de Saddler, o vilão principal do jogo.

Ação frenética, poucos sustos, monstros enormes, exageradamente fortes e com muitas vantagens sobre Leon o aguardam em Resident Evil 4, o jogo que dividiu os fãs.



Agradecimentos Especiais: Adan.

Resident Evil 4 seria assim:




segunda-feira, 24 de março de 2008

Guitar Hero 3

Gênero: Musical
Distribuidora: Activision
Número de jogadores: 1-2
Online: Não

Gráfico: 5
Jogabilidade: 6
Som: 10
Diversão: 8
Enredo: 2
Atuação: 3
Média Geral: 5,7

Gráfico: No meio de tantas notas – dependendo do nível -, o cenário será meio que ignorado pelo jogador.

Jogabilidade: Controles bons, ainda mais com a própria guitarra.

Som: Ótimo para quem gosta de Rock e Metal.

Diversão: Como uma coisa tão boba pode divertir tanto?

Enredo: O mesmo dos anteriores: Leve a sua banda ao auge.

Atuação: Apenas não dei zero porque os guitarristas têm boas comemorações e tocam de uma forma até fiel.

Seja o Rei

Guitar Hero 3 joga você no mundo do Rock e do Metal, onde encontrará e desafiará “Monstros” como Slash (Guns N’ Roses, Velvet Revolver) e Tom Morello (Rage Against the Machine, Audioslave).

Entre as músicas estão os cássicos “The Number of the Beast” (Iron Maiden), “One” (Metallica), “Wellcome to the Jungle” (Guns N’ Roses. Com o Slash), e “Rock You Like a Hurricane” (Scorpions).

Ao longo do Carrer Mode, que pode ser feito com um amigo, o jogador ganha dinheiro, o valor depende de como se saiu nas músicas, e esse dinheiro virtual serve para habilitar extras, como guitarras, personagens e músicas.

GH3 diverte bastante, principalmente com a guitarra em mãos. É “Ame ou Odeie”.



quarta-feira, 12 de março de 2008

Darkwatch


Gênero: Tiro em Primeira Pessoa
Distribuidora: Capcom
Número de jogadores: 1-2
Online: Não

Gráfico: 7
Jogabilidade:
7
Som:
6
Diversão: 8

Enredo:
6
Atuação:
4
Média Geral:
6,3

Gráfico: As armas e personagens são muito bem modelados. Vale a pena curtir o jogo.

Jogabilidade: Controles bem calibrados. Se você ainda não acostumar-se, apenas customize-o de uma forma de seu agrado.

Som: Cavalgadas, tiros, gritos, grunidos, e ao fundo um som no estilo velho-oeste.

Diversão: Dois caminhos a seguir, e ainda multiplayer cooperativo ou versus.

Enredo: Seja bom ou mal, isso trará conseqüências boas e ruins.

Atuação: Normal.

Qual caminho seguir: do Bem ou do Mal?


Você é Jericho Cross. Um fora-da-lei que entrou no trem errado e acabou libertando um poderoso vampiro: Lazarus. Logo em seguida, o anti-herói é mordido por esse vampiro, recebendo, assim, a Maldição de Lazarus, ficando com um olho vermelho.
A longa caminhada para a Cidade dos Darkwatch funciona basicamente como um tutorial.
Dependendo de suas escolhas (Boas ou Más), Jericho ganha pontos para, assim, liberar poderes novos, que o ajudarão a sobreviver em meio ao caos que provocou.
Os controles e a calibragem entre os analógicos são muito bons.
O jogo é realmente bem curto para quem esteja acostumado a esse gênero. A diversão pode ser prolongada com um modo multiplayer cooperativo ou cada um por si.




Battle Stadium - D.O.N.

Gênero: Luta
Distribuidora:
Bandai
Número de jogadores: 1-4
Online: Não

Gráfico: 7
Jogabilidade: 8
Som: 5
Diversão: 6
Enredo: 0
Atuação: 0
Média Geral: 3,5

Gráfico: O jogo é tão bagunçado não se pára pra olhar essas coisas.

Jogabilidade: Controles rápidos.

Som: O jogador nem liga para as músicas (tem alguma?), só para a pancadaria.

Diversão: É enjoativo sozinho. Com os amigos fica um pouco mais aproveitável, um pouco.

Enredo: Não existe história.

Atuação: Nada demais.

A idéia foi boa. Mas só isso.

Dragon Ball, One Piece e Naruto. A idéia de misturar os três animes mais conhecidos do mundo otaku gerou esse belo jogo. Mas é o típico “ame ou odeie”. Quem gostou de “Smash Bros.” e gosta de animes, com certeza deve experimentá-lo, mesmo que seja por apenas 30 minutos (que passa voando). Apesar dos muitos modos de jogo, ele acaba enjoativo com o tempo, mesmo nos níveis mais avançados de dificuldade. Portanto, ao adquirir este game, tenha em mente que sua diversão solitária terá um curto período, a menos que você tenha amigos que gostem de pelo menos um desses três animes.


terça-feira, 11 de março de 2008

Final Fantasy XII


Gênero:
RPG
Distribuidora: SquareEnix
Número de jogadores: 1
Online: Não

Gráfico: 8,5
Jogabilidade: 9
Som: 9,5
Diversão: 10
Enredo: 10
Atuação: 9,5

Média Geral: 9,5

Gráfico: Os cenários, personagens, monstros, ambos são bem modelados e quase sem falhas.

Jogabilidade: Controles simples e obedientes.

Som: Ótimas músicas orquestradas, como são de costume na série.

Diversão: É tanta coisa pra fazer que você nunca mais soltará o controle (não leve isso a sério).

Enredo: Intrigas, traições, uma guerra entre dois reinos. O andamento da história é incrível. Parece um filme dirigido por Peter Jackson.

Atuação: Preciso falar outra vez que parece um filme?

Muita beleza em seu PS2

Não tem como falar mal de Final Fantasy. Não importa o console ou época. É um jogo que tem uma legião de fãs e continua atraindo cada vez mais.

O jogo começa com um rápido tutorial explicando o sistema de batalha e o sistema de License Board, que é uma espécie de “tabuleiro de habilidades”, como um tabuleiro de xadrez, em que o jogador compra usando License Points (LP) para, assim poder usar equipamentos, magias, técnicas e ainda ter alguns bônus. Esses LP são ganhos junto da experiência, os monstros dão 1LP, alguns outros tipos dão mais, os mais fortes e os Chefes do jogo, por exemplo.

Como em toda a série Final Fantasy, temos um personagem chamado Cid. Mas não falarei sobre, pois posso estragar a história, que envolve uma princesa em busca de um tratado de paz com o outro reino, dois amigos órfãos que ganham a vida fazendo bicos em sua cidade, Rabanastre. O personagem controlado será Vaan, um garoto que perdeu a sua família na Guerra anterior e que vive com sua melhor amiga Penelo, também uma órfã. O sonho de Vaan é tornar-se um Pirata dos Céus e viajar pelo mundo. Ao longo do jogo, você encontrará novos personagens que entrarão em seu grupo, aumentando, assim, as chances de vencer os desafios, que são muitos.

Para o jogo não ficar monótono e complicado devido ao seu novo sistema de batalha, que não é mais por turnos, foram criados os Gambits. Gambits nada mais são que ordens programadas para cada situação. Usando o License Board, você poderá abrir mais slots para mais ordens, os Gambis são pré-definidos, estes são encontrados em lojas e durante a exploração dos cenários, assim como outros tipos de items.

Por ultimo, devo falar das evocações. Depois de derrotada, a evocação é liberada na License Board, com um “preço” estipulado, nada muito caro.

Divirta-se!




segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

ICO


Gênero: Aventura/Puzzle
Distribuidora: Sony Computer Entertainment

Número de jogadores: 1
Online: Não

Gráfico: 8
Jogabilidade: 9
Som: 10
Diversão: 8
Enredo: 10
Atuação: 10
Média Geral: 9,7

Gráfico: Belos cenários, dificilmente você verá falhas.

Jogabilidade: Controles rápidos e simples.

Som: Você escuta TUDO em meio àquele isolamento.

Diversão: É um raro tipo de jogo onde qualquer um pode jogar. Porém depois que o termina uma vez, as próximas são apenas para passar o tempo ou mostrar aos amigos e familiares. Não têm extras.

Enredo: Complexidade altamente complexa.

Atuação: Dá vontade de chorar. É emocionante.

Quase uma Arte

"Fui aprisionado em um castelo tão antigo e enorme quanto o próprio tempo. Minha esperança é tão branca e reluzente quanto a própria luz. Sinto que devemos juntos conseguir os meios de sair daqui, não importa quão difícil seja e mesmo que não falemos a mesma língua. Mas sei que conseguiremos."

Segredos, Grandiosidade, Complexidade: Três adjetivos que lembram bem Ico.

Ico é um silêncio que machuca por dentro, uma tamanha solidão, transmite uma sensação estranha, só jogando para realmente entender. É como “jogar” um sonho, ou um sonho jogável.

Os cenários são lindos, você pode olhar cada detalhe enquanto caminha com sua única companheira: uma menina que não entende o que você diz, e você também não a entende. Esse é um dos fatores que aumentam a “dor”. A preocupação que o jogador sente com a garota, não por ela ser útil em abrir passagens na Fortaleza, é algo que te pega de jeito. O jogador passará por algumas frustrações com essa garota, mas mesmo assim, quando vê-la sendo carregada por uma das “sombras”, não pensará duas vezes em correr preocupado.

Sim, seu coração pode até bater forte em momentos do jogo. Cada enigma resolvido resulta em um longo suspiro aliviado.

Não consigo parar de escrever sobre Ico. Melhor eu parar por aqui. Joguem.